01
Começo sempre pelo problema, nunca pela tecnologia.
Não acordo pensando "vou usar RAG hoje". Acordo pensando "agência de viagens perde cliente às 23h porque ninguém responde". A tecnologia é consequência, nunca ponto de partida. Todos os 37 projetos nasceram de uma dor real observada — nenhum de uma feature que eu queria construir.
02
Produto completo ou não começa.
Quando decido construir algo, não construo uma tela. Construo um sistema: landing page, autenticação, dashboard, área do cliente, fluxo de conversão, analytics. O OnBio CRM não é "um sistema de crédito" — é um sistema operacional completo para revendas de insumos. Visão sistêmica vinda de 12 anos vendo empresas inteiras por dentro.
03
Vejo o mesmo padrão em segmentos diferentes.
O problema de qualificação de leads de uma agência de viagens tem a mesma estrutura do problema de crédito de uma revenda de insumos. O funil de uma boutique de moda segue a mesma lógica de uma consultora de negócios. Isso permite transferir soluções entre setores com velocidade que quem conhece apenas um domínio não consegue.
04
Itero até funcionar, não até parecer pronto.
637 edições no Tomorrow Travel. 587 no OnBio On. Não entrego quando está apresentável — entrego quando está funcionando de verdade para o usuário real. Isso revela critério interno de qualidade que não negocia com prazo ou aparência.
05
Construo em escala desde o primeiro dia.
Não construo para um cliente — construo para um mercado. O Waigo não é "um sistema para uma agência" — é SaaS para múltiplas agências. O GerentAI não é "uma ferramenta para um gerente" — é um produto para todos os gerentes comerciais do Brasil.
06
Uso o próprio negócio como laboratório.
Construí a Tomorrow Travel para minha própria agência de viagens. Fui o primeiro usuário insatisfeito com o produto que eu mesmo criei — o que gerou o Téo. Essa disposição de ser cobaia do próprio trabalho acelera o aprendizado de um jeito que nenhum curso consegue replicar.